www.crdecoration.blogspot.comterça-feira, 28 de junho de 2011
No meio do caminho tinha uma pedra......
www.crdecoration.blogspot.comsegunda-feira, 27 de junho de 2011
DOENÇAS TRASMITIDAS POR POMBOS. Não alimente os pombos, cuidado com as crianças
terça-feira, 21 de junho de 2011
Poesias no METRÔ......bem interessante....
domingo, 17 de abril de 2011
Normose, ser normal......ser um pouco rebelde...eu sou o que sou e não vou além do que quero apenas.....diga não...
NORMOSE Martha Medeiros Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo. A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes. 05.08.07 - Jornal Zero Hora - Porto Alegre -
terça-feira, 5 de abril de 2011
É importante conhecer os tecidos e seu processo de fabricação para não usar incorretamente e cortar errado, ex: veludos, tecidos estampados e cetins..
Ao comprar um tecido vc nunca pensa que ele passa por este processo todo e para que chegue até o consumidor final, precisa de tingimentos, enceramentos, lubrificantes, alvejamentos e todos são lavados e essas aplicações quimicas são jogadas na natureza, principalmente para tirar o amarelado do algodão.Não entendo e nem quero entender.....esta sou eu.....
segunda-feira, 4 de abril de 2011
FELICIDADE..........Momentos de Clarice Linspector, dizem que hoje é o dia da alegria....
sábado, 2 de abril de 2011
Garmem Worker de Judith Weller...observem a grande agulha e o botão enorme também
Lembram quando postei sobre um incendio há 99 anos atrás em NYC em Garment District......bem em frente ao prédio, bem diferente do sistema que está escrito no texto falando sobre esta escultura, este prédio tem uma nova forma de vender suas roupas, costuram uma certa quantidade de peças vendem tudo e fecham, acaba o estoque vão para outro lugar, tanto para talentos novos como para estilistas famosos sale, liquidação em português de peças que não venderam todas suas produções, dizem que vale a pena pelo preço e qualidade. Quem vai para lá vale garimpar por lá......
Ao lado dele, fica a escultura de bronze “The Garment Worker”, com mais ou menos 2m de altura. Feita por Judith Weller, a obra retrata um homem trabalhando na máquina de costura. Vale ressaltar que, do inglês, garment significa roupa, vestuário, ou seja, tudo isso que a gente veste
A costureira por Weller Judith
Garment District
História:
Nova York pela primeira vez assumi o seu papel como o
centro da indústria do vestuário do país, produzindo roupas para
escravos que trabalhavam nas plantações do sul.
Foi mais eficiente para seus mestres para comprar roupas de
produtores em Nova York do que ter os escravos gastar tempo e
trabalho fazendo as roupas próprias.
Além de fornecer roupas para os escravos, alfaiates produziu
outras peças de vestuário prontas para os navegantes
e exploradores ocidentais durante os períodos de folga
na sua actividade regular.
Antes de meados do século XIX, a maioria dos americanos
quer feito suas próprias roupas, ou se eles eram ricos, compraram
"tailor-made" vestuário personalizado.
Até a década de 1820, no entanto, um número crescente de
roupas prontas de maior qualidade foram sendo produzidos para
um mercado mais amplo.
Manufatura no estado de Nova York e em Nova York, em particular,
desapareceu no final do século 20.
Este foi exemplificado pelo declínio do Garment District.
O município perdeu mais de mil empregos nas fábricas por ano,
e os homens empurrando prateleiras de vestuário a partir de uma
oficina para outra deixou de multidão nas ruas.
Fábricas e showrooms são cada vez mais apartamentos do condomínio
e de varejo.
- Noel YC
- Nova York (Manhattan), Nova Iorque, Estados Unidos
