anúncios, fotografias, opiniões...?
é de Cecília Meireles, in Mar Absoluto.
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Coloquei a sugestão, não é jornal, mas é tão lindo. |
Este recado de loucura perde o sentido entre a terra e o céu.
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http://www.100layercake.com/blog/2011/07/22/diy-storybook-paper-roses/
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Aqui, toda a vizinhança proclama convicta:
"Os jornais servem para fazer embrulhos".
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http://www.bystephanielynn.com/2009/12/rolled-flower-gift-toppers.html
http://www.bystephanielynn.com/2010/11/diy-faux-curled-rosewood-wreath-made.html
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O QUE É UM JORNAL
O jornal é o espaço físico onde são publicadas as notícias apuradas pelos jornalistas.
Sua função é levar, através dos textos noticiosos, o cidadão a espaços que ele não pode
entrar. E fala para um publico heterogêneo, sem rosto, nem perfil definido. Em tese, ele
entra na casa das pessoas e deve atingir todos os membros daquela família hipotética.
Há registros de jornais desde a Roma antiga. E o surgimento dessas publicações sempre
coincidiu com algum movimento político ou social. O jornal como conhecemos
atualmente nasceu no século 18, depois da Revolução Industrial.
O primeiro jornal brasileiro, foi o Correio Brasiliense, lançado em 1808 e impresso em
Londres. Com a chegada de Dom João 6, nesse mesmo ano, é fundada a imprensa
oficial e inicia-se a publicação da Gazeta do Rio de Janeiro, jornal totalmente
produzido em terras brasilis.
Produzido com papel jornal, mais barato, essa publicações costumam ter três tamanhos:
Standart, o maior e mais antigo deles, presente em todos os países e, no Brasil,
adotado por títulos como O Globo, Jornal do Brasil, Correio Brasiliense, O Estado de
S.Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal da Tarde, Agora! entre outros;
tablóide, criado na Inglaterra, ainda muito popular naquele país, na Europa e Estados
Unidos. É o formato de jornais como o The Sun (Inglaterra), El País (na Espanha),
Bild-Zeitung (Alemanha), The Enquirer (Estados Unidos), entre outros. Desde o início
da década de 1990, tornou-se febre na China. Na grande imprensa brasileira é usado
pelo jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul;
berliner, berlinense ou tablóide europeu é ligeiramente maior do que o formato
tablóide surgido na Inglaterra. É o tamanho usado pelo jornal francês Le Monde, pelo
italiano La Repubblica, e, desde 2005, pelo inglês The Guardian. No primeiro semestre
do ano passado passou a ser o formato adotado pelo periódico carioca Jornal do Brasil.
Fonte:
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Quem não fez um chapéu destes, um aviãozinho, um barquinho
Um chapéu sem pé nem cabeça e outras dobraduras.
Um chapéu sem pé nem cabeça e outras dobraduras.
Tiago Barreto
Nos poemas deste livro, o papel se transforma nas mais diferentes e divertidas personagens por meio de dobraduras...
Quem já viu uma nota de dinheiro que, dobrada em forma de um gatinho, salta para o chapéu de um mendigo? Ou um chapéu mágico feito com uma folha de jornal? Ou um pedaço de papel branco que, ao ser dobrado como um passarinho, sai voando para libertar todas as galinhas da granja, que iriam para a panela? Quem conhece o coelho branco e sua feliz e imensa família feita com a pilha de folhas de papel sulfite da impressora? Quem já viu uma carta escrita por um menino apaixonado ser dobrada em forma de flor, cair no chão molhado e de suas letras, que escorrem pela terra, brotar uma árvore, cujas flores são pedaços da declaração de amor?
Quem quiser conhecer os segredos destas dobraduras sem pé nem cabeça é só abrir o livro e virar suas páginas... de papel.
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Barcos de papel - Guilherme de Almeida
Quando a chuva cessava e um vento finoFranzia a tarde tímida e lavada
Eu saía a brincar, pela calçada
Nos meus tempos felizes de menino
Fazia, de papel, toda uma armada
E, estendendo o meu braço pequenino
Eu soltava os barquinhos, sem destino
Ao longo das sarjetas, na enxurrada
Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles
Que não são barcos de ouro os meus ideais
São feitos de papel, são como aqueles
Perfeitamente, exatamente iguais
- Que os meus barquinhos, lá se foram eles
Foram-se embora e não voltaram mais
Do livro Perigoso para Garotos
E neste livro ensina a fazer o avião de papel.
Neste país de pastores e rebanhos inventados
ousas pra lá do olhar
com os teus olhos
projetar sombra da luz
Ousas ladrar
no equilíbrio assimétrico
das estrelas
Talvez por isso cão
quando ergo o poema
e o lanço do mastro mais alto da vida
só as crianças
fazem do teu corpo
aviões de papel
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http://efemera-ink.blogspot.com.br/2009/08/more-dik-diks.html
http://misswhit-tany.blogspot.com.br/2010/05/what-to-do-with-blank-canvas.html
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Como é lindo e olhe a moldura toda desenhada também
Para um Scrap é bem bonitinho para colocar do lado de fotos
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Jornal, longeQue faremos destes jornais, com telegramas, notícias,
anúncios, fotografias, opiniões...?
Caem as folhas secas sobre os longos relatos de guerra:
e o sol empalidece suas letras infinitas.
Que faremos destes jornais, longe do mundo e dos homens?
Este recado de loucura perde o sentido entre a terra e o céu.
De dia, lemos na flor que nasce e na abelha que voa;
de noite, nas grandes estrelas, e no aroma do campo serenado.
Aqui, toda a vizinhança proclama convicta:
"Os jornais servem para fazer embrulhos".
E é uma das raras vezes em que todos estão de acordo.
Cecília Meireles, in 'Mar Absoluto'
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http://www.thecheesethief.com/2012/01/book-page-corner-heart-origami-bookmark.html
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Sergio Reis
Se você pensa
Que meu coração é de papel
Não vá pensando, pois não é
Ele é igualzinho ao seu
Porque fazer chorar assim
A quem lhe ama
Já cantarolou essa música? Eu já........
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http://ruffledblog.com/diy-sihouette-table-numbers/
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Nem imaginei que era possível fazer isto nas unhas mas aqui até ensinam
http://www.passionnailart.com/tutoriels/print/print.php
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http://howaboutorange.blogspot.com.br/2010/07/how-to-make-gift-bags-from-newspaper.html
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http://www.instructables.com/id/Sew-a-Newspaper-Dress/ |
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http://www.bystephanielynn.com/2010/11/diy-faux-curled-rosewood-wreath-made.html
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http://houserevivals.blogspot.com.br/2010/11/make-woven-star-from-vintage-book-pages.html |
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http://kristasewinspired.blogspot.com.br/2011/10/vintage-paper-flower-tutorial.html#comment-form![]() |
http://melstampz.blogspot.com.br/2011/03/study-in-white-3d-flower-templates-new.html |
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http://www.michelemademe.com/2011/07/reader-question-how-do-you-make-your.html |
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http://mayamade.blogspot.com.br/2008/07/party-hats_22.html
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http://blog.craftzine.com/archive/2009/12/upcycled_gift_wrapping.html |
Eduardo Lima
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http://www.designsponge.com/2010/10/diy-project-mollies-newspaper-taxidermy.html#more-65980
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http://www.designsponge.com/2011/02/diy-project-justinas-valentines-day-fort.html
Tem noção porque eu coloquei esta imagem. Pois bem quem não embrulhou uma fruta que está verde no jornal para amadurecer, efeito estufa, eu coloco muito a banana porque compro verde e outras maduras, senão estragam mesmo, elas amadurecem rapidamente porém quando não ocorre eu faço um pacotinho principalmente no inverno e elas acabam de amadurecer. E você já limpou os vidros com jornal, uso dois, umedeço um deles e outro amassado e seco para secar e serve para espelhos.
http://www.realsimple.com/work-life/101-new-uses-for-everyday-things-10000001030084/page2.html
A HISTORIA DO JORNAL
O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna, que surgiu por volta de 59 a.C., a partir do desejo de Júlio Cesar de informar a população sobre fatos sociais e políticos ocorridos no império, como campanhas militares, julgamentos e execuções.[1]As notícias eram colocadas em grandes placas brancas expostas em local de grande acesso ao público. Na China, jornais escritos a mão surgiram no século VIII.[1]
A partir da invenção de Johannes Gutenberg, em 1447, surgiram os jornais modernos, que tiveram grande circulação entre comerciantes, para a divulgação de notícias mercantis. Havia ainda jornais sensacionalistas escritos a mão, como o que noticiou as atrocidades ocorridas na Transilvânia, feitas por Vlad Tsepes Drakul, mais conhecido como Conde Drácula.[1] Em Veneza, o governo lançou o Notizie scritte, em 1556, ao custo de uma pequena moeda que ficou conhecida como "gazetta".[1]
A publicação periódica iniciou-se na Europa Ocidental a partir do século XVII, como o Avisa Relation oder Zeitung, surgido na Alemanha em 1609. O London Gazette, lançado em 1665, ainda mantém-se até a atualidade, agora como publicação oficial do Judiciário.[1] Esses jornais davam pouca atenção a assuntos nacionais, preferindo focar-se em fatos negativos ocorridos em outros países, como derrotas militares e escândalos envolvendo governantes.[1] Os assuntos locais passaram a ser mais abordados na primeira metade do século XVII, mas a censura era uma prática comum, não sendo possível noticiar algo que pudesse provocar insatisfação popular contra o governo. A primeira lei protegendo a liberdade de imprensa foi aprovada na Suécia em 1766.[1]
Com a invenção do telégrafo, em 1844, as notícias passaram a circular muito mais rapidamente, gerando uma grande mudança no jornalismo.[1] Em meados do século XIX, os jornais já eram o principal veículo de transmissão das informações, passando a surgir grandes grupos editoriais, que tinham grande capacidade de influência.
Nos anos 1920, o surgimento do rádio novamente transformou o jornalismo, o que voltou a acontecer a partir dos anos 1940 com o surgimento da televisão. A partir do fim dos anos 1990, a internet trouxe volume e atualização de informações sem precedentes.[1]