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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Echarpes e cachecóis de malha, faça vc mesmo e aprenda como usa-los.

Para quem não sabe costurar........
Como usar echarpes, cachecóis, lenços pashiminas.
Faça vc mesmo, com uma camiseta de malha que  não 
usa, é muito fácil, é cortar, esticar que o tecido de malha enrola
sozinho e não precisa de acabamento , todos tem tutorial.
 http://de.dawanda.com/product/17099501-loopina-spitze-und-jersey-in-dunkelgrau
Este eu tenho certeza que vou fazer



 http://entirelysmitten.typepad.com/entirelysmitten/2011/08/no-sew-t-shirt-scarf-make-it.html




 http://www.pinklemonade-blog.com/2011/09/ruffle-scarf-tutorial.html

 http://rebekahgough.blogspot.com/2011/08/make-something-monday-ombre-infinity.html





 http://watchmedaddy.blogspot.com/2011/12/felt-flower-scarf-tutorial.html










 Bem interessante esta echarpe com passante e fitas, diferente o resultado.

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Fontes de imagem:

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A agulha e a linha......Machado de Assis


Um Apólogo
Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.
Conheça o autor e sua obra visitando "Biografias".

domingo, 20 de fevereiro de 2011

MODA É A TENDENCIA DE CONSUMO DA ATUALIDADE.


Moda é a tendência de consumo da atualidade.
A moda é composta de diversos estilos que podem ter sido influenciados sob vários aspectos.
Acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso das roupas no dia-a-dia.
É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear.
"Embora tenham sido encontradas agulhas feitas de marfim, usadas para costurar pedaços de couro, que datam cerca de 40 000 a.C., ou mesmo evidencias de que o tear foi inventado há cerca de 9 000 a.C., só podemos pensar em moda em tempos muitos mais recentes.
Ela se desenvolve em decorrência de processos históricos que se instauram no final da Idade Média (século XIV) e continuam a se desenvolver até a chegar ao século XIX. É a partir do século XIX que podemos falar de moda como a conhecemos hoje (POLLINI, 2007).
A moda nos remete ao mundo esplendoroso e único das celebridades.
Vestidos deslumbrantes, costureiros famosos, tecidos e aviamentos de ultima geração.
Não nos leva a pensar que desde a pré-história o homem vem criando sua moda, não somente para proteger o corpo das intempéries, mas como forma de se distinguir em vários outros aspectos tais como sociais, religiosos, estéticos, místicos ou simplesmente para se diferenciar individualmente.
A moda passou por várias transformações, muitas vezes seguindo as mudanças físicas e principalmente sociais que ocorreram dentro de um determinado período.
A moda pode ser considerada o reflexo da evolução do comportamento.
Uma espécie de retrato da comunidade.
É uma linguagem não verbal com significado de diferenciação.
Instiga novas formas de pensar e agir.
"[1]Para criar estilo, os figurinistas utilizam-se de cinco elementos básicos: a cor, a silhueta, o caimento, a textura e a harmonia.
A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento.
Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.
A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico.
Pode-se ver a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir, no look de um punk, de um skatista e de um pop star, nas passarelas.
A cada dia que passa o mundo da moda vem se superando e surpreendendo as pessoas, com cores vivas, tendências novas, cortes inusitados e inovadores.
A moda proporciona aos que seguem uma tendência sempre inovadora e ousada.
Ela é abordada sempre, encaixa em qualquer assunto e é sempre um meio de inspiração aos que a seguem.
Convém ressaltar que, deixando de lado a tendência etnocêntrica (na realidade "eurocêntrica"), a qual ainda hoje é preponderante, devemos ter clareza de que a moda, enquanto fenômeno, só se tornou "universal" em meados do século XIX, com o advento da crinolina.
Até então, cada povo possuía sua própria maneira de se vestir e ornamentar, de maneira que conviviam diversas manifestações e estilos numa mesma época.
Mesmo hoje, em que vivemos, sob o capitalismo hegemônico, a fase da globalização, não se pode esquecer que o mundo muçulmano se constitui num universo à parte, onde a burka e o chador ainda são amplamente utilizados e onde populações inteiras, como a maior parte da Índia e as comunidades indígenas, bosquímanas e aborígenes australianos, por exemplo, estão alijados da produção e do consumo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Moda & Poesia, terra fértil para uma estilista com talento, é poético moldar a rocha

Algo sóbrio, monge, pedras vulcânicas, muito capuz com forros de rendas e bordados com pérolas negras.
Por isso reunou o preto, rendas aplicadas, leggings com brilho, as pérolas negras assim como o capuz deu um efeito legal, gostoso de usar,















Fui lá no dicionario para definir Alexandre Hercovitch....o seu conceito...dá para sentir a sua preocupação em apenas definir a interpretação da experiencia, pq conceito é a representação de um objeto pelo pensamento por meio de suas características gerais.....tão evidente em sua trajetória.
Sua referencia foram as pedras vulcânicas, a formação das rochas vem do resultado da consolidação devida do resfriamento do magma derretido.
RESULTADO DA CONSOLIDAÇÃO.
Assim defino esse desfiles de Hercovitch....é poético moldar a rocha.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vestuário ou indumentária

Roupa, também chamada de vestuário ou indumentária, é qualquer objeto usado para cobrir certas partes do corpo. Roupas são usadas por vários motivos. Roupas são usadas por questões sociais, culturais, ou por necessidade. Outros objetos que são carregados ao invés de serem vestidos sobre certas partes do corpo são chamadas de acessórios, como por exemplo, sombrinhas, bolsas emochilas.

O uso de roupas é considerado na maior parte do mundo como parte do bom senso e da ética humana, guiado por valores sociais, sendo considerada indispensável pela maioria das pessoas, especialmente em lugares públicos. Os materiais utilizados para a confecção das roupas podem ser naturais, tais como algodão, seda ou couro, ou sintéticas, tais como acrílico, por exemplo.


Vamos aos poucos, nos próximos post falarei da importancia do SPFW - São Paulo Fashion Week.


Voce sabia que SPFW gera 2 milhões de empregos femininos.




Candango sinônimo de coragem e perseverança fonte de inspiração na Moda


Maria Bonita por Denielle Jensen, sua referencia foi Construção de Brasília década de 1950, mas não usou a arquitetura e sim história dos candangos, quem levantou a cidade, com bolsas enormes como a de trabalhadores, bolsas de mão usaram as tradicionais marmitas, modelagens cujas bolsas foram acopladas as roupas, usou pregos no lugar de botões e ziper.










Cerca de 80 mil pessoas foram para o cerrado brasileiro trabalhar na construção de Brasília.




Na praça dos Três Poderes está o símbolo daqueles que construíram e foram os primeiros habitantes de Brasília: a escultura Os Guerreiros, mais conhecida como Os Candangos, de Bruno Giorgi. As duas figuras que erguem longas hastes homenageiam os que derramaram suor e sangue para realizar o sonho de Juscelino Kubitschek de interiorizar a capital do Brasil. Antes de se tornar cidade, o cerrado foi uma oportunidade de trabalho para os candangos, como ficaram conhecidos os trabalhadores que ergueram a cidade planejada por Oscar Niemayer e Lúcio Costa, inaugurada com pouco mais de três anos de obras, em 21 de abril, de 1960, há 50 anos. De acordo com o antropólogo James Holston, antes da construção de Brasília, a palavra “candango” era depreciativa. Este era o termo pelo qual os africanos se referiam, pejorativamente, aos colonizadores portugueses.

referencia : www.nominuto.com

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